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O Caminho do Peabirú e a busca pelo “El Dorado”

Caminho Peabiru Quatro Barras

Antes mesmo da chegada dos europeus ao continente, a região da tríplice fronteira já atraía muitos viajantes. Era por aqui que passava uma das trilhas mais utilizadas pelos ameríndios (nome dado aos habitantes da América antes da chegada dos europeus). A trilha, com mais de 3 mil quilômetros de extensão em seu principal ramal, ligava o oceano pacífico ao atlântico e era chamada de “Caminho do Peabirú”. Com a chegada dos europeus, esse caminho alimentou lendas como a do “El Dorado” que por sua vez, foram responsáveis por estimular a criação de diversas expedições que visavam  a busca por ouro e prata dos Incas, promovida por portugueses e espanhóis. Estas expedições deram origem a nomes de rios, países e foram responsáveis pela descoberta de uma das grandes maravilhas da natureza.

 

Os peabiru (na língua tupi, “pe” – caminho; “abiru” – gramado amassado) são antigos caminhos utilizados pelos ameríndios (indígenas sul-americanos) desde muito antes do descobrimento pelos europeus, que ligavam o litoral brasileiro, mais precisamente na região entre São Paulo e Santa Catarina, ao interior do continente e ao oceano pacífico, passando antes pela região hoje conhecida como Cusco, no Perú.

 

Uma das primeiras obras literárias onde a palavra “Caminho do Peabiru” foi empregada é a do jesuíta Pedro Lozano. No início do século XVIII ele escreveu a obra “História da Conquista do Paraguai, Rio da Prata e Tucumán”.Outras fontes, no entanto, dizem que o termo já era utilizado na Capitania de São Vicente, atual estado de São Paulo, logo após o descobrimento do Brasil pelos portugueses, em 1500.

Gravura Aleixo Garcia

Em 1524, esse caminho foi percorrido pelo náufrago português Aleixo Garcia, sobrevivente da fracassada expedição comandada pelo espanhol Juan de Solis que foi atacada por indígenas no Rio da Prata (região hoje conhecida como Uruguai). Juan de Solis, aliás, foi morto e devorado pelos indígenas diante de sua tripulação. Tal acontecimento, fez com que a tripulação das três embarcações decidisse pelo retorno ao litoral brasileiro. Uma dessas embarcações, porém, naufragou próximo à ilha de Santa Catarina e Aleixo foi um dos sobreviventes desse naufrágio. 

Após viver entre os índios Carijós e escutar muitos relatos sobre uma “cidade do ouro” Aleixo comandou uma expedição integrada por algumas centenas de índios, partindo da Ilha de Santa Catarina (“Meiembipe”), percorrendo o Caminho do Peabiru com a intenção de saquear ouro, prata e estanho. Aleixo Garcia alcançou o território do Peru, no Império Inca, nove anos antes da invasão espanhola dos Andes em 1533 e é tido como o primeiro europeu a ter contato com os Incas.

Aleixo Garcia não teve oportunidade de saborear sua conquista por muito tempo, já que, no retorno, quando sua expedição passava pela região hoje conhecida como Paraguai, foram atacados pelos ferozes índios Paiaguás. No confronto, Aleixo Garcia e muitos outros de sua expedição foram mortos. Entre os que conseguiram escapar, parte da expedição naufragou no Rio da Prata, na região conhecida hoje como Argentina, deixando nas águas profundas do rio, boa parte do fruto do saque de ouro, prata e estanho. Reza a lenda que, parte da prata perdida no rio pela expedição de Aleixo Garcia, começou a ser encontrada anos mais tarde, e essa prata deu origem ao nome “Argentina” já que o nome do país significa prata e vem da palavra “argentum”, em latim, e “argénteo”, em em espanhol.

Mapa da Capitania de São Vicente. Fonte: Arquivos da Internet

Mapa da Capitania de São Vicente. Fonte: Arquivos da Internet

Sem saber da empreitada de Aleixo Garcia ou de seu fim, Martim Afonso de Sousa, fundador da Vila de São Vicente, que segundo a lenda, só se fixou naquele trecho do litoral porque, de antemão, dispunha de informações de que, dali, se teria acesso ao caminho que o levaria às minas do Potosí, uma das possíveis localizações da lendária “El Dorado”, hoje localizada dentro do território boliviano, e aos tesouros dos incas. Determinou a criação de uma expedição que partiu de Cananéia (no litoral da Capitania de São Vicente), em 1 de setembro de 1531, sob o comando de Pero Lobo, tendo Francisco das Chaves como guia. Seguindo por um antigo caminho indígena que entroncava com o Caminho do Peabiru, esta expedição desapareceu, chacinada pelos indígenas guaranis nas proximidades de Foz do Iguaçu quando tentava atravessar o Rio Paraná.

Álvar Núñez Cabeza Fonte: Arquivos da Internet

Álvar Núñez Cabeza Fonte: Arquivos da Internet

Quase 20 anos depois do português Aleixo Garcia, o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca começou a caminhada pelo Caminho do Peabiru, partindo da foz do rio Itapocu, no litoral norte de Santa Catarina, no dia 2 de novembro de 1541, vindo a descobrir, no final de janeiro de 1542, as Cataratas do Iguaçu. Álvar Núñez foi o primeiro dos exploradores a documentar a descoberta das quedas, por isso é tido como descobridor, mas é bem provável que alguns dos que antecederam o espanhol tenham passado pelo mesmo local, mas, cegos pela busca do ouro e da prata, simplesmente ignoraram as quedas.

Capa do livor Ulrich_Schmidl

Em 1553, o aventureiro alemão Ulrich Schmidl, autor da obra “História verdadeira de uma viagem curiosa feita por U. Schmidl”, publicada em Frankfurt em 1567, percorreu também o Caminho do Peabiru, porém, para evitar o confronto com os índios, saiu da trilha original do caminho por diversas vezes durante a viagem. 

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Os jesuítas, após escutarem diversos índios atribuírem a criação da caminho ao ancestral “Pay Sumé”, batizaram esse caminho de “Caminho de São Tomé”, tendo-o utilizado nas suas atividades de evangelização e aldeamento de indígenas, na região do Rio Paraná, ainda em meados do século XVI. 

Na verdade a pronúncia “Sumé” é errônea. Portugueses e espanhóis foram incapazes de pronunciar o nome dado pelos tupis e guaranis ao dito herói mítico dos índios. A pronúncia indígena, anasalada, até para nós, brasileiros, é difícil na atualidade. A pronúncia mais provável para o nome, seria  algo como Tzomé ou Tzumé.

Bandeirantes Paulistas

No século XVII, bandeirantes paulistas, como Antônio Raposo Tavares, trilharam essa via para atacar as missões jesuíticas.

O caminho tinha diversas ramificações utilizadas pelos guaranis, que, através delas, se deslocavam pelas diversas partes do seu território, mantendo, em contato, as tribos confederadas através de uma espécie de correio rudimentar chamado “parejhara” que ligava o norte e o sul do Brasil, da Lagoa dos Patos até a Amazônia. Segundo a lenda guaraní, o caminho não foi aberto por eles, que atribuem a sua construção ao ancestral civilizador Sumé, que teria criado a rota no sentido leste-oeste. 

Caminho do Peabirú

Através do caminho, era realizada uma intensa troca comercial (na base do escambo) entre os índios do litoral e do sertão e os incas: os índios do litoral forneciam sal e conchas ornamentais, os índios do sertão forneciam feijão, milho e penas de aves grandes como ema e tucano para enfeite, e os incas forneciam objetos de cobre, bronze, prata e ouro. 

Uma das maiores provas de que esse comércio existiu, foi a descoberta de um machado andino pré-colombiano feito de cobre, no século XIX, na região de Cananéia, no litoral de São Paulo. O Objeto foi analisado na Áustria, e lá comprovaram a origem andina, mas existe também a possibilidade que ele faça parte do espólio do tesouro de Aleixo Garcia, desaparecido desde sua morte, no Paraguai.

Uma outra tese sobre a origem do nome Peabiru, afirma que os incas chamavam seu território de Biru. Desse modo, a denominação do caminho poderia resultar do híbrido pe-biru, que equivaleria a “caminho para o Biru”.

 

Nos dias atuais, restam ainda, em pontos isolados de mata e em algumas localidades, reminiscências desse caminho, que se caracterizava por apresentar cerca de 1,40 metro de largura e leito com rebaixamento médio de cerca de 40 centímetros em relação ao nível do solo do entorno, recoberto por uma gramínea denominada puxa-tripa. Nos seus trechos mais difíceis, o caminho chegava a ser pavimentado com pedras. Em alguns trechos, era sinalizado com inscrições rupestres, mapas e símbolos astronômicos de origem indígena.

Na década de 1970, uma equipe coordenada pelo professor Igor Chmyz, da Universidade Federal do Paraná, identificou cerca de trinta quilômetros remanescentes da trilha na área rural de Campina da Lagoa, no estado do Paraná. Ao longo desse trecho, foram, ainda, identificados sítios arqueológicos com vestígios das habitações utilizadas provavelmente quando os indígenas estavam em trânsito. 

 

Mais histórias sobre os primeiros habitantes e os caminhos que passam pela fronteira você descobre acompanhando nossa página ou à bordo do Red Bus, em qualquer uma das rotas oferecidas pela Iguassu City Tour. Não deixe de acompanhar nossa página, até breve 😉

 

🚍 Mais informações e reservas: https://iguassucitytour.com.br/

Obs.: Imagens e fotos utilizadas neste texto foram retiradas de sites públicos na internet. Todos os créditos aos autores das mesmas. Se você é ou conhece o autor das imagens, informe-nos para que possamos creditá-la.

O DIA DO TERERÊ

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Aqui na fronteira, vemos com frequência pessoas carregando uma térmica e a cuia nas mãos. E é quase certo de que ele ou ela seja paraguaio. Esse é o tererê uma bebida com a infusão de água gelada e ervas. O costume é bastante praticado em algumas regiões do Brasil, e muito no Paraguai. Seja para tomar durante o trabalho ou nos momentos de descanso.

Estamos te contando isso porque hoje é o dia do tererê no Paraguai! Tão presente na nossa cultura que ganhou um dia só pra ele. Em Foz do Iguaçu ele é celebrado no dia 28 de fevereiro e no Paraguai, onde ela é considerada patrimônio cultural e bebida oficial, é comemorado no último sábado de fevereiro.

CURIOSIDADE:

Aqui no Brasil, o primeiro estado a receber o tererê foi o Mato Grosso do Sul, onde ele ainda é muito consumido. Mas, atualmente, o Paraná é o maior estado produtor de ervas do país.

COM ÁGUA GELADA, 3 OU 4 ERVAS E LIMÃO!

O que diferencia o tererê do chimarrão é a temperatura da água. Além de refrescar, ela também é um símbolo de comunhão, sempre presente nas rodas de amigos. Alguns a utilizam como remédio natural, com ervas que tratam de resfriados, dores no estômago, etc.

CUIA OU GUAMPA?

No Brasil cuia, no Paraguai guampa! E pra quem faz o City Tour Paraguai, pode presenciar o preparo ao vivo e a cores. Provar o tererê feito pelos moradores de Ciudad Del Este e compre ervas para levar pra casa… Que tal preparar e convidar os amigos para provar, enquanto compartilha as fotos da viagem? Fica a dica!

ASSISTA AO VÍDEO DO CITY TOUR PARAGUAI AQUI.


PRONTO PARA MERGULHAR NA CULTURA DO PAÍS VIZINHO?

No passeio City Tour, além de conhecer o tererê, a segunda cidade mais populosa do Paraguai reserva paisagens de um lugar tranquilo e de gente acolhedora. As igrejas, praças e até uma chiperia (estabelecimento que vende salgados típicos do Paraguai), fazem parte de um roteiro dinâmico e com muita história.

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Ao todo, o passeio passa por 12 pontos. Desses, 6 são paradas para visitação. Para ingressar nesta jornada, compre seu ingresso aqui. O passeio acontece de segunda a sábado.

Confira os preços, horários e mais informações sobre o passeio aqui!

Você já provou terere? Conta pra gente nos comentários!

A mãe das Cataratas do Iguaçu

Além de Naipi (a índia protagonista da lenda das Cataratas – um dia contaremos essa história por aqui), outras mulheres foram muito importantes para o nosso cartão postal. Mas para começar essa história, temos que ir para o outro lado da fronteira, mais precisamente para a capital argentina, Buenos Aires.

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No dia 13 de janeiro de 1860, nascia na cidade portenha uma menina chamada Victoria Aguirre Anchorena. Em 1900, então com 40 anos, Victoria fez parte da primeira excursão para conhecer as Cataratas do Iguaçu.

Agora, vamos imaginar o seguinte: Na época, o único meio para chegar até esta região era de navio. A viagem podia durar meses. M E S E S. Read more

O que um presidente dos EUA tem a ver com a fronteira entre Brasil e Argentina?

Quem vai ao Marco das Três Fronteiras (seja no lado brasileiro ou argentino) e vê tudo na plena paz, nem imagina o borogodó que essa fronteira enfrentou no passado!
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A treta briga começou por causa de um tratado de limites entre Brasil e Argentina, assinado em 1750, por Portugal e Espanha. Depois da Guerra do Paraguai (1870), nosso país vizinho começou a pressionar e reivindicar a terra que, conforme o documento dos países europeus, era dele por direito (ou assim era entendido).

Que terra era essa, você se pergunta?

Todo o atual sudoeste do Paraná (Francisco Beltrão, Pato Branco, Palmas) e parte do oeste de Santa Catarina. Ou seja: era bem grande.

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Como os dois países não estavam chegando a um consenso, tiraram no par ou ímpar pediram para que alguém neutro intermediasse a discussão e decidisse para quem iriam as terras.

Eis que entra em cena o presidente dos Estados Unidos, Stephen Grover Cleveland, que precisou ouvir as duas partes interessadas e dizer quem levava aquele território.

A vitória, como você já deve ter imaginado, veio para o Brasil, em 1895.

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Para homenagear o presidente, a cidade de Bela Vista de Palmas mudou seu nome para Clevelândia. Desde então, não se mexeu mais nos limites fronteiriços entre Brasil e Argentina.

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Por que fazer um City Tour?

Vocês já se perguntaram se realmente vale a pena fazer um City Tour? Não somente em Foz do Iguaçu, mas em qualquer viagem. Quais as vantagens reais de fazer esse passeio?

Vamos lá:

1 -FAZ VOCÊ ECONOMIZAR DINHEIRO E…
Sim, já é um bom motivo. Talvez o principal. Mas pare para pensar que, em Foz do Iguaçu, por exemplo, nosso Sightseeing percorre mais de 30km, de norte a sul na cidade. No Paraguai, você conhece até duas cidades de uma vez só… Então, City Tours são uma boa forma de economizar dinheiro durante uma viagem. Isso porque 1) você não vai gastar com transportes separadamente ou combustível 2) você, geralmente, não gasta com ingressos de atrativos, visto que podem estar incluídos no ingresso do City (em tarifa especial, por sinal). Então, é um “combo”: transporte (super estiloso) + atrativos.

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2 – …TEMPO

Voltando a informação de que percorremos mais de 30km em uma única manhã, de norte a sul, incluindo três paradas em locais extremos de Foz do Iguaçu. Em duas-horas-e-meia. É super rápido. E isso te dá tempo suficiente para encaixar programação para o resto do dia (tarde e noite ou manhã e noite, dependendo do horário que você resolva fazer o City) Read more

Entrega de alimentos ao Projeto Sol Nascente

Começamos o mês de uma forma muito bacana. Entragamos os alimentos arrecadados na campanha do City Tour Foz do Iguaçu, realizada no mês de março, para moradores de Foz do Iguaçu.

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No total, foram 329kg de alimentos. Ficamos muito felizes com o resultado. Confira o balanço geral:

142 kg de arroz
54 kg de macarrão
52 kg de farinha
34 kg de feijão
32 kg de açúcar
7 kg de sal
5 L de óleo
3 kg de fubá
2 kg de mistura para bolo
2 miojos
1 kg em achocolatado em pó
1 kg de canjica amarela
1 pacote de biscoito
500 gramas de aveia
250 gramas de café Read more

Dicas: Onde almoçar depois do City Tour Foz?

Hoje não vamos falar de passeio. Viemos falar de comida, porque adoramos comer (bem) tanto quanto passear. E sabemos que, quando o City Tour Foz do Iguaçu termina, nosso corpo clama por energia (leia-se “comida”).

Por isso, resolvemos listar algumas dicas de restaurantes próximos ao local de desembarque do Sightseeing. Somos ou não somos uns amores?

Segue o mapa (clique para ampliar):

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1. Vila Iguassu

O restaurante Vila Iguassu fica praticamente no ponto de desembarque. É o restaurante do Hotel Bogari, mas totalmente aberto ao público. Serviço à lá carte com: saladas, carnes (branca e vermelha), massas, risotos, sobremesas, sucos e drinques. Pratos servem uma ou duas pessoas (mas, olha… Pode considerar até para três, porque alguns vem com acompanhamento, como arroz, feijão e farofa).
Quer outra coisa boa? Passageiros do City Tour ganham 10% de desconto.

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Endereço: Av. Brasil, 106.

2. Churrascaria Bufalo Branco

A uma quadra de distância do ponto de desembarque, a Churrascaria Bufalo Branco é um rodízio de carnes que vai fazer você afrouxar o cinto. Sem contar com o buffet de saladas, pratos quentes e sobremesas.

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Endereço: Rua Engenheiro Rebouças, 530 Read more

5 Sightseeings curiosos

Sightseeing” é o termo de referência aos ônibus panorâmicos que fazem city tour pelas cidades turísticas. Você já conhece o nosso em Foz do Iguaçu, claro.

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Tchauzinho pro André, gente! o/

É de se esperar que grandes cidades tenham esse modelo de passeio. Porto Alegre e Curitiba, por exemplo, são capitais brasileiras que aderiram ao red bus (apesar de que estas versões de ônibus são verdes).

Mundo afora, os Sightseeings são bem frequentes. Madrid, Paris, Londres, Miami e Berlim são algumas cidades onde você pode fazer este passeio.

Mas queremos falar de Sightseeing em lugares que você NÃO espera. Porque, geralmente, são esses destinos que mais nos surpreendem!

1. Baku – Azerbaijão

Baku (ou Bacu) é a capital do Azerbaijão, no Oriente Médio. A cidade também é importante por ser o principal porto do país (mar Cáspio). A arquitetura da cidade mistura construções que seguem os modelos europeus e construções hiper modernas, que podem ser consideradas verdadeiras obras de arte!

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Flame Towers (“Torres de Fogo”) – Esse nome veio por causa do formato da construção, que lembra as chamas de uma fogueira. Além disso, a iluminação das torres são em cores de laranja e vermelho, reforçando ainda mais a semelhança com fogo.

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Você conhece Ciudad del Este?

Ah, você deve conhecer pelo menos o nome da cidade paraguaia icônica, famosa por ser um destino de compras. Mas não é dessa CDE que queremos falar hoje. É da cidade linda e bem estruturada que existe além daquele centro comercial. Vamos apresentar a você a NOVA CIUDAD DEL ESTE!

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Ciudad del Este é a segunda cidade mais importante do Paraguai, ficando atrás apenas da capital, Assunção. E, para conhecer melhor o que ela tem além de “cocáguapendrai” (e meias), temos uma parceria com o City Tour em Ciudad del Este, empresa do lado de lá da fronteira. Olha só como funciona e o tanto de coisa legal que tem por lá: Read more

O padre, a igreja e os infortúnios

Quem passa pela Igreja São João Batista, no centro de Foz do Iguaçu, nem imagina os perrengues pelos quais ela passou até ficar do jeito que está hoje.

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Foto: Rafael Guimarães

Nos primeiros anos de município, havia apenas um padre por aqui, chamado Guilherme. E, por um certo tempo, ele foi a autoridade máxima na cidade, já que prefeito e delegado fugiram da Coluna Prestes, que se instalou na Terra das Cataratas por alguns meses.

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